1 - Uma imagem que representa uma era, uma janela no tempo, a cumeeira do equilíbrio instável onde o vento tanto pode fazer descair para a liberdade como para a libertinagem; a idade “crítica”, a idade onde o carinho e a compreensão são fundamentais para o correcto desenvolvimento do sentido de responsabilidade, conceito cada vez mais utópico nos dias correntes...
Uma imagem que, quer pela edição quer pelo olhar atento do fotógrafo se encaixa na perfeição numa peça de fotojornalismo. Gosto do impacto e da fluidez dados pela viragem a sépia. (Comentar)
«Peça de fotojornalismo»? Eu sei que o carácter artístico pode surgir nas fotos da imprensa escrita, até porque teho um filho fotojornalista, o qual, como tem dois cursos de fotografia artística, as suas fotos trazem a «marca» desse sentir artístico, mas a cor sépia desta tua foto retira, quanto a mim, qualquer índole fotojornalista. Basta pegar num jornal qualquer, para chegar a esta conclusão. O meu olhar poético vê, a voar, uma ave, a qual não interessaria a um fotojornalista, uma árvore festiva, despertanto um sentir nostálgico de apanhar um fruto e não de o adquirir num mercado urbano. Olhar e sentir de um fotografo enraizado na natureza-natureza, em vias de extinção.
Desculpa, Zé, mas não me refiro a mais sentires...
Obrigada por teres no que chamas «Ligacões aos amigos» o título do meu blog literário. Faria o mesmo, mas, já te disse, creio eu,que o administrador do meu blog «desapareceu».Eu não tenho meios para incluir na minha longa lista de blogs o teu «Sentires dum Sentir».
Abraço amigo,
Uma imagem que, quer pela edição quer pelo olhar atento do fotógrafo se encaixa na perfeição numa peça de fotojornalismo. Gosto do impacto e da fluidez dados pela viragem a sépia.
(Comentar)
«Peça de fotojornalismo»? Eu sei que o carácter artístico pode surgir nas fotos da imprensa escrita, até porque teho um filho fotojornalista, o qual, como tem dois cursos de fotografia artística, as suas fotos trazem a «marca» desse sentir artístico, mas a cor sépia desta tua foto retira, quanto a mim, qualquer índole fotojornalista. Basta pegar num jornal qualquer, para chegar a esta conclusão. O meu olhar poético vê, a voar, uma ave, a qual não interessaria a um fotojornalista, uma árvore festiva, despertanto um sentir nostálgico de apanhar um fruto e não de o adquirir num mercado urbano. Olhar e sentir de um fotografo enraizado na natureza-natureza, em vias de extinção.
Desculpa, Zé, mas não me refiro a mais sentires...
Obrigada por teres no que chamas «Ligacões aos amigos» o título do meu blog literário. Faria o mesmo, mas, já te disse, creio eu,que o administrador do meu blog «desapareceu».Eu não tenho meios para incluir na minha longa lista de blogs o teu «Sentires dum Sentir».
Abraço amigo,
Violeta(s) (Comentar)